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Coqueiro Seco – Alagoas – História
A história conta que alguns anos depois chegaram à região vários missionários da ordem dos franciscanos, que se encantaram com a topografia do lugar, que apresentava planos altos e baixos, mudando sua denominação para Monte Santo. Acostumados com o antigo nome da cidade, os habitantes ignoraram os franciscanos e mantiveram o nome de Coqueiro Seco.
O único registro histórico encontrado diz respeito à construção da igreja revestida de azulejo português e um grande pátio, que continua até hoje como a matriz da padroeira, Nossa Senhora Mãe dos Homens, construída no século XVII pelo português José Cabral. No censo realizado em 1950 pelo IBGE, Coqueiro Seco foi mencionado como vila de Rio Largo, com a população de 1.667 habitantes.
Quando Satuba foi elevada à condição de município autônomo em 20 de agosto de 1960, Coqueiro Seco passou a pertencer a seu território, ainda como vila. Apenas em 1962, a cidade foi emancipada politicamente, instalando oficialmente sua autonomia administrativa em 24 de novembro, por meio da lei 2.463, de 23 de agosto de 1962.
Coqueiro Seco tem na Lagoa Mundaú com área de 23 km² e 4 km de extensão, em linha reta, até Maceió seu maior acidente geográfico e sua principal atração turística. As histórias de pescadores contadas pelos antigos também são atração à parte. Destaque também para a tradicional festa da padroeira, realizada no mês de janeiro (31 de janeiro ou no último domingo deste mês) e os grupos folclóricos.
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Written by admin on July 19, 2010






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